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Notícias

Postado em 06/02/2026 @ 10:46 am

Referência do metal sinfônico europeu, banda celebra dois álbuns decisivos da carreira.

Com produção da Top Link Music, o After Forever anuncia retorno aos palcos pela América Latina em 2026. Após muito tempo sem retornar a região, a volta ocorre 20 anos depois da participação da banda no festival Live N’ Louder, em 2006.

As primeiras datas confirmadas do After Forever na América Latina são:
16/10 – São Paulo – @Tokio Marine Hall
18/10 – Buenos Aires – @Teatro Flores
20/10 – Santiago Chile – @Teleton
22/10 – Bogotá – @Royal Center

Confira comunicado de Sander Gommans:

“2025 foi um marco na banda: 25 anos desde que o After Forever deixou uma marca atemporal no mundo do metal sinfônico com seu álbum de estreia, “Prison of Desire”.

Seu sucessor, “Decipher”, lançado em 2001, levou a música da banda ainda mais longe, ao fundir elementos progressivos com um som mais pesado que ajudou a moldar o metal sinfônico como o conhecemos hoje. Esses dois lançamentos marcaram o início de uma jornada maravilhosa, que levou a banda a palcos internacionais e ao coração de fãs em todo o mundo.

Em outubro de 2025, o After Forever se reuniu para dois shows na Holanda com a vocalista Angel Wolf-Black (SheWolf), com o objetivo de homenagear e celebrar a música tão querida da banda e seu impacto duradouro, em uma experiência ao vivo inesquecível. Durante esses shows, ficou claro que todos nós sentimos falta do After Forever.

Fãs da América Latina apoiam o After Forever desde o lançamento do primeiro álbum, e nos sentimos muito felizes por poder anunciar que daremos continuidade a esse tributo em 2026.

Vamos celebrar os 25 anos de “Decipher”, os 26 anos de “Prison of Desire” e talvez também incluímos alguns outros clássicos do After Forever

Junte-se a nós enquanto revisitamos antigos sucessos, revivemos a energia e celebramos o legado do After Forever”.”

Formação – After Forever:
Angel Wolf-Black (SheWolf): Vocals
Sander Gommans: guitarra/vocal (membro original)
Bas Maas: guitarra (membro original)
Luuk van Gerven: baixo (membro original)
Jeffrey Revet (Stream of Passion): teclados
Arien van Weesenbeek (EPICA): bateria

Mais informações no instagram da Top Link Music @toplinkmusic

Noticias

Postado em 02/02/2026 @ 9:44 pm

Guitarrista e manager do grupo, colecionador declarado da banda inglesa, músico comenta uma prensagem britânica original de 1967 do álbum Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band e relembra um dos mistérios mais famosos do disco

O guitarrista e manager do Twisted Sister, Jay Jay French, também conhecido por sua atuação nos bastidores da indústria e por sua relação próxima com o universo do colecionismo, é um grande fã de The Beatles e mantém uma extensa coleção ligada ao grupo.

No último fim de semana, no dia 31 de janeiro, o empresário Paulo Baron, fundador da Top Link Music e um dos principais nomes do show business de rock e heavy metal na América Latina, esteve hospedado na casa de Jay Jay, em Nova York. Durante a visita, eles gravaram um vídeo no qual o músico apresenta uma raridade relacionada ao catálogo dos Beatles e explica por que aquele exemplar específico chama tanta atenção entre colecionadores.

No registro, Jay Jay mostra uma cópia britânica original de 1967 do Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band e comenta detalhes de embalagem e prensagem que alimentaram histórias clássicas do folclore em torno do disco, incluindo o trecho final associado à última faixa, A Day in the Life, e teorias que circularam durante décadas, como a narrativa de “Paul is dead” envolvendo Paul McCartney.

A seguir, a fala do músico, na íntegra, conforme aparece no vídeo: https://www.instagram.com/p/DUN5rvNkalJ/

“Eu tenho muitos discos diferentes dos Beatles, muitas cópias diferentes de Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, mas esta aqui é uma cópia britânica original de 1967 do Sgt. Pepper.

Por que isso é especial? Antes de tudo, porque o disco vem com o envelope interno original, que é vermelho. E, se você acredita naquela história de que Paul McCartney está morto, dizem que esse vermelho seria o “sangue” do Paul McCartney. Se você acredita nessa besteira toda.

O que é único no Sgt. Pepper original é que ele foi feito com um sleeve separado, algo próprio da edição. Você comprava o álbum e não dava para simplesmente “pinçar” as músicas, como se fosse outra lógica de consumo. Naquela época, não existia esse hábito de ficar escolhendo faixa por faixa.

Todo disco tem os sulcos por onde a agulha passa e, como eu disse, se você toca a última faixa, A Day in the Life, e a agulha entra nos sulcos do final, você ouve um negócio estranho. Ela cai no sulco do fim e fica ali repetindo.

É um monte de coisa sem sentido. Um negócio esquisito. Você não sabia o que era aquele sulco.

Agora, se você toca isso ao contrário, ele diz assim: “well, fuck you, I screw you”. Isso virou uma grande história no folclore dos Beatles. Você encontra isso comentado em entrevistas. Ele diz que é do mesmo jeito no álbum e que esse é o fim da história.

Aí ele pergunta: o que é esse negócio? E ele responde: eu não sei que p*rra é essa. Quer dizer, não, não, não… isso não pode estar aí de propósito.

Aí alguém pegou a cápsula e reproduziu de outro jeito e ele disse: caramba, isso é tipo “vocês devem estar me sacaneando”. Porque eu não faço ideia de quem fez isso. Eu não fiz. Incrível.

Essa era a pose oficial que eles fizeram, a pose especial daquela época. Mas, ainda assim, a última história que me contaram foi essa.

Isso é um item oficial da empresa. Você pode ficar com isso porque ela me contratou, isso era da empresa, então você pode levar como prova. Eu só coloquei isso como oficial, da Capitol Records. Isso ficou guardado no escritório por 30 anos na Capitol Records.”

Mais informações no instagram da Top Link Music @toplinkmusic

Noticias

Postado em 02/02/2026 @ 3:13 pm

Em entrevista para a Top Link Music, vocalista afirma que na América do Sul ele “nem preciso cantar” e promete setlist com raridades, clássicos obrigatórios e músicas de diferentes fases, enquanto a banda prepara um novo álbum para o próximo ano

O Symphony X retorna à América Latina em março de 2026 para celebrar 30 anos de carreira, em uma turnê que combina clima de retrospectiva e olhar para o futuro. Em entrevista para o jornalista Thiago Rahal Mauro, da Top Link Music, Russell Allen destacou a conexão da banda com o público brasileiro, comentou os desafios de montar um repertório que represente toda a trajetória e ainda antecipou expectativas altas para o próximo capítulo do grupo. “Esse novo álbum que a gente está fazendo pode ser melhor que todos os nossos últimos álbuns”, disse, ao falar do disco inédito do Symphony X.

O vocalista também ressaltou a relação de longa data com a produtora e com Paulo Baron, lembrando a história construída ao longo dos anos e o simbolismo de celebrar o marco de três décadas com uma nova passagem pelo continente. Mesmo citando dificuldades de logística e viagens longas após a pandemia, Allen reforçou que a experiência compensa assim que a banda sobe ao palco. Para ele, a resposta do público sul americano segue como um diferencial. “É um dos poucos lugares na Terra onde você faz um show e eu nem preciso cantar muita coisa, porque todo mundo canta tudo”, afirmou.

Ao falar do setlist, Russell explicou que a escolha de músicas envolve limitações técnicas e demanda planejamento. Mudanças de guitarra, programações de equipamento e o formato de estrada reduzem a margem para alterações espontâneas, mas a proposta para a turnê de 30 anos é ambiciosa. “A parte difícil é tentar cobrir todos os álbuns. Vou tirar do baú algumas músicas antigas que a gente não toca há muito, muito tempo”, disse. A ideia, segundo ele, é equilibrar faixas raras com músicas essenciais que o público espera ouvir, mantendo o impacto ao vivo característico do Symphony X e reforçando a identidade híbrida entre metal e prog que consagrou a banda.

Russell também comentou a importância das letras e como a banda passou a priorizar mensagens mais diretas e acessíveis, sem abrir mão da profundidade. Para ele, a complexidade musical pode conviver com uma escrita que conecte diferentes tipos de ouvintes, incluindo quem não acompanha detalhadamente as histórias por trás de cada álbum. “Eu quero que o inglês seja simples, mas profundo. Não deveria ser um desafio tão grande ouvir uma música do Symphony X e saber do que ela trata”, explicou.

Com datas confirmadas no México, Chile, Argentina, Uruguai, Brasil, Colômbia e Costa Rica, o Symphony X celebra o passado, revisita diferentes fases do catálogo e aponta para o futuro, com a promessa de um novo álbum no horizonte e o reencontro com um público que, nas palavras do vocalista, transforma cada refrão em coro.

Serviço – SYMPHONY X 2026:

11/03 Guadalajara C4 Stage: https://eventos.ticketnowmexico.com/SYMPHONYXenGuadalajara

12/03 Monterrey Nanda’s: https://www.passline.com/sitio-evento/symphony-en-monterrey

13/03 Mexico City Foro Velódromo: https://www.superboletos.com/landing-evento/MYJA2gO7NCChGVH7u8F4XQ

15/03 Santiago Teleton: https://www.eventrid.cl/eventos/atenea/symphony-x-en-chile

17/03 Buenos Aires Teatro Flores: https://www.passline.com/eventos/symphony-x-30th-anniversary-tour-2026

18/03 Montevideo Montevideo Music Box: https://redtickets.uy/evento/Symphony-X-en-MMBox–183/24693/

20/03 São Paulo Tokio Marine Hall: https://www.ticketmaster.com.br/event/symphony-x-tokio-marine-hall

21/03 Curitiba Tork N Roll: https://www.ticketmaster.com.br/event/symphony-x-curitiba

22/03 Rio de Janeiro Sacadura 154: https://www.ticketmaster.com.br/event/symphony-x-rio-de-janeiro

25/03 Bogotá Royal Center: https://www.ticketshows.co/events/symphony-x

28/03 Heredia Nebula Center: https://www.passline.com/eventos/preshow-aftersun-music-fest-symphony-x

Noticias

Postado em 30/01/2026 @ 12:34 pm

Dono dos hits “Save Tonight”, “Falling In Love Again” e “Are You Still Having Fun?”, cantor sueco volta ao país em fase marcada pelo álbum “Become A Light” e reconexão com suas raízes no rock

Eagle-Eye Cherry, artista por trás dos hits mundiais “Save Tonight”, “Falling In Love Again” e “Are You Still Having Fun?”, retorna ao Brasil em 2026 para três apresentações em julho, passando por São Paulo (25/07, Tokio Marine Hall), Brasília (26/07, local a confirmar) e Curitiba (28/07, Live Curitiba), dentro da World Tour 2026. Com mais de 4 milhões de discos vendidos em todo o mundo, a passagem pelo país celebra uma trajetória que atravessa gerações e reforça a conexão do cantor sueco com o público brasileiro, país que ele define como seu lugar favorito para tocar. A turnê tem realização da Top Link Music.

A passagem pelo Brasil acontece em um momento especial da carreira. Eagle-Eye acaba de lançar “Become A Light”, seu novo álbum de estúdio, em que revisita a energia crua do rock e do pós-punk que o influenciaram no início do caminho. Segundo o músico, a inspiração para essa virada veio durante a pandemia, quando mergulhou novamente nos discos que ouvia na adolescência. “Durante a pandemia, eu comecei a revisitar os discos que comprava quando era adolescente”, contou. “O primeiro álbum que comprei foi London Calling, do The Clash, e aquilo reacendeu algo em mim.”

Gravado entre Los Angeles e a Suécia, “Become A Light” equilibra dois universos sonoros. Nos Estados Unidos, Cherry trabalhou com o produtor Jamie Hartman e com Mark Stoermer, baixista do The Killers; na Escandinávia, retomou a parceria com Peter Kvint, colaborador de longa data. O resultado é um disco com contrastes marcantes, alternando faixas mais vigorosas e momentos mais diretos e íntimos, característica que também deve se refletir no palco.

Ao vivo, a promessa é de um repertório que passeia pelos principais momentos da discografia, com espaço para os clássicos que marcaram sua história e para as canções da fase atual, trazendo de volta a pulsação roqueira que inspirou o novo trabalho. Sobre a relação com a estrada, Eagle-Eye é categórico: é onde ele se sente em casa. Filho do lendário trompetista de jazz Don Cherry, cresceu em turnê com a família e moldou sua vida ao redor do palco. “Quando saí em turnê com o meu primeiro álbum, foi como voltar pra casa”, relembra. “Estar no ônibus, indo para o próximo show, ainda é onde me sinto mais à vontade. É o melhor trabalho do mundo.”

A ligação com o Brasil, segundo ele, sempre foi especial. “É meu lugar favorito para tocar. Não estou dizendo isso só por dizer – amo o público, a comida, a música, o sol. As vibrações dos shows aí são sempre incríveis”, afirmou, projetando a volta que agora se concretiza com as datas de julho.

Mais informações no Instagram da Top Link Music: @toplinkmusic

Serviço

Eagle-Eye Cherry World Tour 2026

São Paulo
Data: 25 de julho de 2026
Horário: 22h
Local: Tokio Marine Hall
Ingressos: Ticketmaster

Brasília
Data: 26 de julho de 2026
Local: a confirmar (TBA)
Ingressos e horário: a confirmar

Curitiba
Data: 28 de julho de 2026
Local: Live Curitiba
Ingressos e horário: a confirmar

Realização: Top Link Music

Noticias

Postado em 28/01/2026 @ 12:41 pm


Cantor sueco com mais de 4 milhões de discos vendidos volta ao Brasil em fase marcada pelo novo álbum “Become A Light” e reconexão com suas raízes no rock

Eagle-Eye Cherry, artista por trás dos hits mundiais “Save Tonight”, “Falling In Love Again” e “Are You Still Having Fun?”, retorna ao Brasil em 2026 para uma apresentação em São Paulo, marcada para o dia 25 de julho, no Tokio Marine Hall, dentro da World Tour 2026. Com mais de 4 milhões de discos vendidos em todo o mundo, o show celebra uma trajetória que atravessa gerações e reforça a conexão do cantor sueco com o público brasileiro, país que ele define como seu lugar favorito para tocar. O show tem realização da Top Link Music.

A passagem pelo Brasil acontece em um momento especial da carreira. Eagle-Eye acaba de lançar “Become A Light”, seu novo álbum de estúdio, em que revisita a energia crua do rock e do pós-punk que o influenciaram no início do caminho. Segundo o músico, a inspiração para essa virada veio durante a pandemia, quando mergulhou novamente nos discos que ouvia na adolescência. “Durante a pandemia, eu comecei a revisitar os discos que comprava quando era adolescente”, contou. “O primeiro álbum que comprei foi London Calling, do The Clash, e aquilo reacendeu algo em mim.”

Gravado entre Los Angeles e a Suécia, “Become A Light” equilibra dois universos sonoros. Nos Estados Unidos, Cherry trabalhou com o produtor Jamie Hartman e com Mark Stoermer, baixista do The Killers; na Escandinávia, retomou a parceria com Peter Kvint, colaborador de longa data. O resultado é um disco com contrastes marcantes, alternando faixas mais vigorosas e momentos mais diretos e íntimos, característica que também deve se refletir no palco.

Ao vivo, a promessa é de um repertório que passeia pelos principais momentos da discografia, com espaço para os clássicos que marcaram sua história e para as canções da fase atual, trazendo de volta a pulsação roqueira que inspirou o novo trabalho. Sobre a relação com a estrada, Eagle-Eye é categórico: é onde ele se sente em casa. Filho do lendário trompetista de jazz Don Cherry, cresceu em turnê com a família e moldou sua vida ao redor do palco. “Quando saí em turnê com o meu primeiro álbum, foi como voltar pra casa”, relembra. “Estar no ônibus, indo para o próximo show, ainda é onde me sinto mais à vontade. É o melhor trabalho do mundo.”

A ligação com o Brasil, segundo ele, sempre foi especial. “É meu lugar favorito para tocar. Não estou dizendo isso só por dizer – amo o público, a comida, a música, o sol. As vibrações dos shows aí são sempre incríveis”, afirmou, projetando a volta que agora se concretiza com a data em São Paulo.

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