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Notícias

Postado em 15/01/2026 @ 2:42 pm

Em entrevista exclusiva à Billboard Brasil, Yotuel Romero comenta a realidade cubana. Grupo volta a São Paulo após sete anos para show de reencontro com os fãs no Tokio Marine Hall, em 15 de março.

O Orishas retorna a São Paulo após sete anos para um reencontro com o público brasileiro em show único no Tokio Marine Hall. Mais do que marcar a volta do grupo ao país, a apresentação ganha contornos especiais por acontecer em uma nova fase liderada por Yotuel Romero e Roldán González, que retomaram a parceria e colocaram o projeto novamente em movimento. Pioneiro do hip hop cubano desde o fim dos anos 1990, o Orishas ficou conhecido por fundir rap com elementos da música tradicional de Cuba, consolidando uma identidade própria que ganhou projeção internacional a partir do impacto de “A Lo Cubano”, álbum de estreia que se tornou referência pela mistura de gêneros e pela força cultural.

Em entrevista exclusiva à Billboard Brasil, Yotuel destacou que o retorno do Orishas em 2025 acontece com uma estrutura renovada e com outra energia. “Voltamos com força total”, afirmou. Ele reforça que a nova etapa é marcada por mudanças profundas: “Essa nova era do Orishas é, talvez, a melhor. Temos nova banda, novos músicos, nova equipe. Precisávamos disso. Precisávamos nos livrar da energia ruim do passado e voltar com uma nova energia. Estamos famintos novamente. Paramos porque perdemos essa fome, mas agora ela voltou. Este é o momento ideal para Orishas.”

No papo, o rapper também falou abertamente sobre a realidade cubana e como a liberdade de movimento e de expressão mudou sua vida e, consequentemente, a dinâmica do grupo. “Cuba é um país lindo, com pessoas incríveis e um clima maravilhoso. Mas, ao mesmo tempo, vivemos sob uma ditadura que fecha as portas para os músicos. Os cubanos não podem sair livremente”, disse. Ao comparar com a experiência de artistas estrangeiros que visitam a ilha, ele explicou por que o intercâmbio é tão desigual: “O Sepultura pode ir a Cuba e voltar pro Brasil. Mas se uma banda cubana de rock sair para tocar no Brasil, ela não volta. Vai fugir. Porque quer ser livre, comer bem, viver, tomar banho quente. Em Cuba, não temos isso.” Para Yotuel, a situação do Orishas é diferente hoje justamente por não viver mais no país: “O Orishas é diferente porque não vivemos mais em Cuba. Moramos na Europa. Temos liberdade de expressão, liberdade de movimento. Podemos ir a qualquer lugar sem pedir permissão ao governo. Nascemos livres. E quando você nasce livre, pode escolher para onde quer ir. Não precisa avisar ninguém. Simplesmente vai.”

Apesar do peso do tema, o retorno ao Brasil é tratado como celebração. Yotuel ressaltou a ligação afetiva do grupo com São Paulo e com a energia do público brasileiro. “É incrível voltar a São Paulo porque sabemos o quanto o Brasil representa para Cuba. Desde o início da banda, seu país sempre foi muito especial para nós”, afirmou. Ele ainda destacou a vibração local como algo raro: “Mesmo quando o público não entende todas as letras, a energia que vem daqui é única. Nenhum outro lugar tem essa vibração, nem mesmo onde entendem cada palavra. Estar em São Paulo é maravilhoso.” O show, segundo o músico, será guiado por essa ideia de reconexão e por um repertório voltado aos hinos do grupo: “A prioridade é se reconectar com o público. Vamos tocar músicas que sabemos que o pessoal ama, como ‘Represent’, ‘Cuba’, ‘A lo Cubano’. Queremos fazer uma grande festa. Só queremos dizer: ‘Estamos de volta. Estamos aqui. Venham com a família. Vamos fazer desse show uma noite inesquecível.’ Esperamos por essa noite maravilhosa.”

Yotuel também projetou 2026 como um novo momento de aproximação com o Brasil, com planos de colaborações e mais tempo no país. “Para 2026, queremos voltar com força total. Queremos nos reconectar com o hip hop brasileiro, fazer colaborações, músicas e shows. Passar mais tempo aí”, disse. Ele ainda adiantou que o Orishas trabalha em um lançamento de grandes proporções e em um longo ciclo de estrada: “Estamos finalizando um álbum que ficou pendente e creio que ele será lançado em novembro de 2026. Teremos muitas participações, mais de 50 músicas. No ano que vem, teremos esse novo álbum e mais três anos de turnê. Vamos pegar o microfone, entrar no avião e fazer o que a gente ama.”

Serviço
Orishas em São Paulo
Data: 15 de março (domingo)
Abertura dos portões: 18h00
Local: Tokio Marine Hall, São Paulo (SP)
Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281, Várzea de Baixo, São Paulo, SP
Realização: Top Link Music
Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/event/orishas-represent-cuba-tour-tokio-marine-hall

Noticias

Postado em 12/01/2026 @ 2:26 pm

Líder da Top Link Music compartilha histórias de instrumentos ligados a Slash e Michael Schenker e assinados por nomes como Jimmy Page, Carlos Santana e Gary Moore.

Paulo Baron, líder da Top Link Music e um dos principais produtores do rock e do heavy metal no Brasil, vem compartilhando em vídeos nas redes sociais parte do acervo que reuniu ao longo de 36 anos de carreira. Entre itens de coleção e instrumentos carregados de memória, ele apresenta guitarras que funcionam como registros de bastidores, reunindo marcas físicas, dedicatórias e assinaturas de artistas que ajudaram a definir a história do rock. “Instrumentos que eu tenho e as coisas que eu coleciono. Eu tenho muita coisa de coleção aí que eu fui ganhando no percurso desses 36 anos trabalhando na música”, conta. “Mas essas guitarras têm um simbolismo muito especial pra mim.”

Um dos relatos mais surpreendentes envolve uma Epiphone ligada a Slash e ao Freddie Mercury Tribute Concert, realizado em 1992, no Estádio de Wembley, em Londres. Na época, Paulo tinha 22 anos, morava na Inglaterra e, segundo ele, conseguiu credencial para atuar como roadie, ajudando a equipe de Slash. Durante a passagem de som, foi usada uma Epiphone “só pra testar” e, insatisfeito, o guitarrista teria arremessado o instrumento, que caiu e quebrou. “Era uma Epiphone, uma guitarra que era só pra testar. Ele estava um pouco alterado, vamos chamar assim. Ele não gostou da guitarra, tocou um pouco na passagem de som e falou: ‘Essa guitarra é uma merda’ e jogou a guitarra”, relembra Baron.

Em vez de restaurar totalmente, ele preservou a “cicatriz” do episódio, mantendo a costura feita com cabos. Depois, pediu para ficar com a guitarra e afirma que, no dia seguinte, ao contar a história para Slash no hotel, ganhou uma dedicatória no próprio instrumento, com desenho e a marcação do ano de 1992. Com o tempo, a peça também recebeu assinaturas de Gary Moore, Carlos Santana e, em um detalhe pequeno quase apagado, Jimmy Page.

Assista: https://www.instagram.com/p/DTFr363jp2G/

Em outro vídeo, Baron apresentou uma guitarra que descreve como “muito especial” e associada a Michael Schenker. Segundo ele, o instrumento reúne assinaturas de músicos ligados ao Scorpions em diferentes fases e ainda guarda palhetas que foi colecionando ao longo dos anos. “Vou falar sobre essa também, muito especial, que foi do Michael Schenker”, disse. “É uma guitarra muito especial porque ela está assinada por praticamente todos os Scorpions, ou pelo menos por muitos dos que fizeram grandes sucessos.” Entre os nomes citados estão Michael Schenker, Rudolf Schenker, Klaus Meine, Matthias Jabs, Mikkey Dee e James Kottak. “Todos esses estiveram aqui em casa e foram assinando”, completa.

Assista: https://www.instagram.com/p/DTU5wYDgvMA/

Mais informações no instagram da Top Link Music, @toplinkmusic

Noticias

Postado em 22/12/2025 @ 12:03 pm

O Brasil é o segundo país que mais consome show business no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Quem explica os motivos desse destaque é Paulo Baron, produtor, empresário e fundador da Top Link Music, em entrevista ao Jornal da GloboNews.

Assista a matéria: https://www.instagram.com/p/DShn2R7iiFS/

Segundo Baron, esse protagonismo global é resultado da relação intensa do brasileiro com a cultura e o entretenimento. “O público no Brasil não apenas consome, ele participa ativamente. Vai aos shows, engaja nas redes, acompanha os artistas com paixão”, destacou.

Ele também ressaltou o papel fundamental dos profissionais da indústria cultural, desde os artistas até os produtores e gestores de eventos, que juntos constroem um ecossistema forte e internacionalmente relevante. A Top Link Music, reconhecida por trazer grandes turnês ao Brasil e apoiar artistas nacionais, tem sido uma das pontes nesse processo.

Baron acredita que o Brasil se tornou um mercado estratégico para o show business global, com festivais lotados, forte presença nas plataformas digitais e um público considerado um dos mais fiéis do mundo.

A entrevista deixa claro que o sucesso do entretenimento no Brasil é fruto de uma construção coletiva entre artistas, público e profissionais da área.

Mais informações sobre a Top Link Music no @toplinkmusic

Noticias

Postado em 17/12/2025 @ 3:01 pm

Felipe Andreoli e Paulo Baron recebem no programa “Assino Embaixo” o crítico mais polêmico do Brasil para uma conversa sincera, provocadora e cheia de nuances.

No episódio mais recente do programa Assino Embaixo, Felipe Andreoli e Paulo Baron saem do formato tradicional de entrevista para colocar o crítico musical Regis Tadeu literalmente “no divã”. A proposta é entender a mente de alguém que desperta reações tão extremas. Entre risos, provocações e reflexões sérias, a conversa expõe as muitas camadas da personalidade de Regis, que garante: ele não é personagem – é autêntico, sempre.

Assista o episódio no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=UUWrhO3kdRE

Logo no início, Regis afirma: “Eu sou o que eu sou”. Segundo ele, sua postura muda conforme o ambiente, mas sua essência é sempre genuína. Essa autenticidade brutal o tornou respeitado por uns e odiado por outros. Quando é bem tratado, ele retribui com gentileza; quando sente desrespeito, reage com dureza. É essa coerência radical que o diferencia num meio cada vez mais preocupado com likes e filtros.

Durante o papo, Regis defende com firmeza a crítica opinativa. Para ele, não existe crítica imparcial, já que toda análise artística é subjetiva. Critica colegas que “leem releases” e evitam desagradar artistas ou fãs. Ele afirma que o papel do crítico não é convencer, mas provocar reflexão. Em um momento divertido, Felipe Andreoli pergunta: “O Angra é boy band?”. Em resposta, Regis diz que sim e fala qual outra banda além do Angra é boy band: “O Deep Purple também é boy band”. A provocação escancara sua aversão a rótulos rasos e à visão simplista sobre as bandas.

Um dos momentos mais fortes é quando Regis define a diferença entre o “genial” e o “gênio”. Para ele, genialidade pode ser pontual, mas o gênio é transgressor por essência. Ele surpreende ao dizer que Eddie Van Halen – um dos guitarristas mais influentes da história – não é um gênio, mas sim “genial como guitarrista”. Para Regis, o gênio verdadeiro é alguém como Frank Zappa, capaz de romper padrões em todos os níveis.

A conversa também toca em temas pessoais. Em um momento descontraído, Paulo Baron pergunta se Regis sofreu bullying na infância – e se isso explicaria sua postura crítica e por vezes agressiva. Regis não foge da pergunta e compartilha detalhes da infância, revelando que o humor ácido e a crítica cortante têm raízes antigas. É um trecho raro, onde o crítico cede espaço ao homem, sem perder o tom sarcástico que o caracteriza.

Outro ponto polêmico é sua visão sobre o comportamento dos fãs. Regis dispara: “todo fã é idiota”, explicando que a idolatria cega impede o julgamento racional. Ainda assim, faz distinção entre fanáticos e admiradores extremos. A crítica é dura, mas também uma provocação ao público para repensar a relação com seus ídolos. Para ele, o verdadeiro amante da música é aquele que sabe admirar e criticar na mesma medida.

Noticias

Postado em 27/11/2025 @ 1:12 pm

Em entrevista ao experiente jornalista carioca Bernardo Araújo, Doug Wimbish fala sobre sua entrada no Living Colour no Hollywood Rock, os desafios da indústria musical, novo álbum e a conexão histórica com o público brasileiro

“É no Brasil onde sentimos o amor, e sempre sentimos. Meu primeiro show com o Living Colour foi no Hollywood Rock, no Rio de Janeiro. E foi depois daquele show que me pediram para entrar na banda. Vamos apenas olhar para isso como uma realidade. E claro: onde aconteceu? No Brasil.”, explica o baixista sobre sua relação com o Brasil.

Com essas palavras, Doug Wimbish, baixista do Living Colour, expressa o forte vínculo da banda com o Brasil. Em 2026, o grupo celebra quatro décadas de carreira com a turnê “The Best of 40 Years Tour”, que inclui passagens por Porto Alegre (26/02), São Paulo (27/02), Rio de Janeiro (28/02) e Curitiba (01/03), além de datas na Argentina e no Chile, com produção da Top Link Music.

A fala de Doug foi registrada em uma entrevista concedida ao jornalista Bernardo Araujo, que revisitou com o músico os momentos marcantes da sua entrada na banda e os caminhos trilhados até hoje.

Raízes no Brasil e uma história que começou em 1992
“A banda precisava cumprir a agenda do Hollywood Rock, e se eu não pudesse fazer o show, o Marcus Miller faria. Mas eu estava disponível. Fizemos alguns ensaios e, depois daquele show no Rio, fui convidado a entrar definitivamente. Eu me diverti muito. Foi isso que aconteceu.”

Doug entrou oficialmente no Living Colour após aquela apresentação no Rio. E desde então, construiu não apenas uma carreira sólida com a banda, mas também uma trajetória notável como músico de estúdio e de turnês, tocando com Rolling Stones, Jeff Beck, Madonna, Joe Satriani, Annie Lennox e tantos outros.

Novo álbum a caminho: “Estamos escrevendo, gravando, preparando”
“Estamos escrevendo, gravando, preparando. Só vamos lançar quando estiver certo. Ir para a América do Sul vai nos dar uma injeção de energia. Essa turnê vai nos dar informações novas. Quando voltarmos ao estúdio depois da turnê, vamos estar prontos para continuar esse disco.”

Embora não revele datas, Doug confirma que um novo álbum está sendo desenvolvido e que a passagem pela América do Sul será decisiva para o processo criativo.

Crítica ao streaming: “Se não tiver estratégia, ninguém lembra do disco em 3 semanas”

“Se você lançar algo agora, e não tiver uma estratégia clara, ou músicas boas que realmente capturem alguém, você pode lançar um disco na segunda e ninguém lembra dele em três semanas. É como um cartão de visitas. Hoje, a Living Colour é uma banda ao vivo. É isso que mostramos de verdade.”

Viver da estrada: “É caro. Três erros ou um ato de Deus e a turnê acaba”
“Ver uma banda tocando ao vivo hoje em dia não é brincadeira. Saiu de casa, pegou avião, pagou excesso de bagagem, ensaiou, pagou a equipe… E às vezes, a banda nem vê um níquel. Três erros ou um ato de Deus e a turnê vai por água abaixo. Já tivemos que cancelar porque vimos que iríamos entrar em dívida.”

Doug também fez um apelo ao público: apoiar os artistas que continuam batalhando para se apresentar em palcos pelo mundo, principalmente após os impactos da pandemia.

Futuro do rock: “Há luz para todo mundo”
“Não vejo o fim do rock de estádio. Vejo uma troca de guarda. Vamos deixar espaço para os próximos. Não é sobre ficar com todos os biscoitos. Os gigantes como AC/DC, Stones… eles fizeram o trabalho. E nós também. Mas tem espaço e luz para todo mundo.”

Mais informações nas redes da @toplinkmusic e nos sites oficiais da banda e das bilheteiras.

LIVING COLOUR – THE BEST OF 40 YEARS TOUR
20/02 – Montevideo (Uruguay) @ Montevideo Music Box
22/02 – Mendoza (ARG) @ 23 Rios Craftbeer
24/02 – Buenos Aires (ARG) @ C Art Media
26/02 – Porto Alegre (BRA) @ Opinião
27/02 – São Paulo (BRA) @ Tokio Marine Hall
28/02 – Rio de Janeiro (BRA) @ Sacadura 154
01/03 – Curitiba (BRA) @ Live Curitiba
03/03 – Santiago (CHI) @ Teleton

SERVIÇO NO BRASIL:
PORTO ALEGRE
Apresentação: 26/02/2026 (quinta-feira)
Abertura da casa: 19h
Horário do show: 21h
Local: Opinião
Endereço: Rua José do Patrocínio, 834, Porto Alegre – RS
Classificação: 16 anos. Menores de 16 anos acompanhados por responsável.
Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/111887/d/343513

SÃO PAULO
Apresentação: 27/02/2026 (sexta-feira)
Abertura dos portões: 19h30
Horário do show: 22h
Local: Tokio Marine Hall
Endereço: R. Bragança Paulista, 1281 – Várzea de Baixo, São Paulo/SP
Parcelamento: Na internet até 3X sem juros, de 4 a 6x com juros. Na bilheteria em até 3X sem juros.
Classificação: 16 anos. Menores de 16 anos somente acompanhados dos responsáveis legais.
Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/event/living-colour-tokio-marine-hall

RIO DE JANEIRO
Apresentação: 28/02/2026 (sábado)
Abertura dos portões: 19h30
Horário do show: 21h30
Local: Sacadura 154
Endereço: R. Sacadura Cabral, 154 – Saúde, Rio de Janeiro – RJ
Classificação: 18 anos. Menores de 18 anos, apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/event/living-colour-rio-de-janeiro

CURITIBA
Apresentação: 01/03/2026 (domingo)
Abertura dos portões: 19h
Horário do show: 21h
Local: Live Curitiba
Endereço: R. Itajubá, 143 – Novo Mundo
Classificação: 16 anos – acompanhado pelo responsável
Ingressos: https://www.bilheteriadigital.com/living-colour-01-de-marco

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