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Notícias

Postado em 07/05/2026 @ 11:15 am

Empresário fala sobre as críticas recentes, explica escolhas envolvendo ex-integrantes e reforça que as decisões fazem parte de uma estratégia para valorizar todos os legados do Angra

Depois de semanas marcadas por debates entre fãs, críticas nas redes sociais e especulações sobre os bastidores do Angra, o empresário e manager Paulo Baron decidiu se manifestar publicamente sobre os recentes acontecimentos envolvendo a banda.

Em uma declaração direta, Baron comentou as críticas recebidas, defendeu as decisões tomadas pela gestão do Angra e explicou que os movimentos recentes fazem parte de uma estratégia maior para celebrar diferentes fases da trajetória da banda brasileira, uma das mais importantes do metal latino-americano.

A fala ocorre após apresentações especiais que reacenderam discussões sobre a presença de ex-integrantes, a ausência de nomes históricos e os caminhos futuros do grupo. Segundo Baron, as escolhas foram pensadas para contemplar os diversos legados construídos ao longo da história do Angra, sem expor questões internas desnecessárias.

Assista o vídeo: https://www.instagram.com/p/DYCQERezTF1/

Confira a declaração de Paulo Baron na íntegra:

“O Angra e seus desafios.

Os desafios de, muitas vezes, ser criticado; muitas vezes, não ser entendido. Muitas vezes, a mídia e os pseudo-jornalistas tentando tirar uma fatia daquilo que eles não conhecem.

Às vezes, pessoas que não entendem nada de showbiz querem dar pitacos. E os fãs, principalmente, também ficam todos perdidos, pensando: ‘O que será que está acontecendo aqui?’.

Bom, quero dizer a vocês que nós, dentro da estrutura do Angra, temos alguns anos de experiência e conhecimento sobre o que fazemos. E, por incrível que pareça para vocês que às vezes criticam, nós temos objetivos a seguir. E, neste fim de semana, mostramos uma parte desses objetivos.

No Bangers Open Air, foi mostrada uma parte muito importante desse objetivo, que era justamente reunir os três vocalistas — já que Andre Matos não poderia estar presente — e, com isso, agradecer ao legado do Angra.

Bem, a segunda parte, realizada no Espaço Unimed, foi justamente para concretizar algo que os fãs estavam pedindo há muito tempo: ter essa formação da segunda fase, também muito importante, do Angra, com Edu Falaschi junto de Aquiles Priester e do restante da estrutura do Angra: Kiko Loureiro, Rafael Bittencourt e Felipe Andreoli.

Desde o princípio, eu tive muita certeza de que não poderia deixar de lado aqueles que nos ajudaram a construir toda essa estrada durante os 13 anos em que estou como manager da banda.

E agora vocês querem saber, então, para aqueles que perguntam: o que acontece com Luis Mariutti e Ricardo Confessori?

Luis Mariutti e Ricardo Confessori nós também queremos dentro do nosso guarda-chuva, dentro do que é o Angra. O que acontece é que Andre Matos não está mais presente. Então, no pouco tempo de show que nós tínhamos, precisávamos colocar as pessoas que fazem parte desse legado, desse segundo legado.

Mas Luis Mariutti e Ricardo são parte da família. Quero lembrar que eu fui empresário do Shaman, e tenho um apreço, um carinho e um amor muito especiais por essas pessoas, assim como o Rafael, o Kiko e o Felipe, que fazem parte do nosso management e nos ajudam a construir tudo isso.

Então, todos os caminhos que nós vamos percorrendo têm um porquê. A saída do Fabio Lione tem um porquê, e nós não precisamos expor isso na mídia nem colocar coisas que não são necessárias. Simplesmente temos que valorizar o legado de cada uma dessas pessoas e amá-las.

O Fabio é uma pessoa muito amada e terá sempre as portas abertas dentro do Angra, ao menos enquanto eu continuar sendo o manager da banda.

Então, espero que todos vocês tenham, de alguma maneira, curtido e desfrutado de tudo o que nós oferecemos nesses palcos, nesses dias. Os caras trabalharam muito, podem ter certeza. Teremos mais surpresas.

O Angra é maior do que pessoas isoladas. O Angra é uma história. É uma história brasileira, é uma história latino-americana, da qual todos nós temos que nos sentir orgulhosos.

Mesmo eu não sendo brasileiro de nascimento, eu me sinto tão brasileiro no coração e tão orgulhoso de ser empresário de uma banda latino-americana, brasileira, que triunfa no mundo.

Vocês verão vários capítulos diferentes no decorrer dos próximos meses e, possivelmente, anos. E todos eles, principalmente, serão para chegar ao coração de muitos fãs — não apenas de uma parcela de fãs, mas de todos os fãs que temos no mundo, todos os fãs que conhecem os vários legados que existiram.

Obrigado a todos os que apoiaram, a todos os que tiveram confiança. E, aos que não fizeram isso e quiseram apenas tirar uma casquinha, bom, espero que agora vocês também agradeçam por um pedacinho do que nós construímos para vocês.

E que, quem sabe, a cabeça ajude a mudar isso de alguma maneira, para que vocês caminhem junto com a gente rumo ao que nós queremos. Afinal de contas, não é a minha vitória, nem a vitória do Felipe, nem a do Rafael, nem a do Kiko. É a vitória do Angra: uma banda latino-americana, uma banda brasileira, em um mundo tão difícil como o que vivemos.

Obrigado.”

Com a declaração, Paulo Baron busca colocar fim às especulações e reforçar que o Angra vive um momento de celebração de sua própria história. A mensagem também sinaliza que novos capítulos devem ser anunciados nos próximos meses, mantendo o foco na valorização dos diferentes períodos da banda e na conexão com fãs de todas as fases.

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Noticias

Postado em 17/04/2026 @ 11:23 am

O guitarrista Andreas Kisser revelou um dos fatos mais surpreendentes da fase final do Sepultura: a gravação de um trabalho inédito em meio à turnê de despedida. Durante entrevista ao programa Assino Embaixo, Kisser contou que a banda registrou quatro faixas novas, reunidas no EP The Cloud of Unknowing, em um processo livre, espontâneo e sem as amarras tradicionais da indústria fonográfica. Segundo ele, o projeto nasceu de uma combinação rara entre liberdade criativa, sintonia interna e vontade de experimentar.

Assista trecho da entrevista: https://www.instagram.com/p/DXOvKl2k1TV/

Andreas explicou que o novo trabalho surgiu após a participação do grupo no cruzeiro 70,000 Tons of Metal. Aproveitando a passagem por Miami, os músicos entraram em estúdio e desenvolveram o material praticamente a partir de jams, sem um conceito fechado, cronograma rígido ou interferência externa. “Nós entramos no estúdio e foi 100% uma jam entre os músicos”, afirmou. Ele também ressaltou que a banda não tinha nem título definitivo para o material quando começou a gravação: “Não tinha nome do disco, não tinha nome pras músicas, não tinha data de lançamento”.

Ao comentar esse processo, Andreas reforçou que a liberdade foi essencial para o resultado. “Nós mesmos financiamos alguma coisa e isso foi uma liberdade geral”, disse. Segundo o guitarrista, o ambiente no estúdio favoreceu uma criação orgânica, marcada pelo encontro entre os músicos e por uma dinâmica aberta a diferentes influências. “O encontro musical já é muito legal, muito interessante. Tem vários ritmos, o clima da conversa está maravilhoso”, resumiu, ao destacar o caráter espontâneo da gravação.

O guitarrista destacou ainda que a chegada do baterista Greyson Nekrutman teve papel decisivo nessa retomada criativa. De acordo com Andreas, o músico trouxe uma abordagem diferente, com forte influência do jazz e grande interesse pela música brasileira, o que acabou renovando a dinâmica interna do Sepultura. “A gente teve uma química tão foda com o Grayson que fez todo sentido”, declarou. Para Kisser, a presença do novo integrante ajudou a abrir caminhos inéditos para os arranjos e para a própria identidade sonora da banda nesse encerramento de trajetória.

Andreas também indicou que essa nova química não ficou restrita à execução técnica, mas influenciou diretamente a concepção musical do EP. Ao descrever Greyson como “um músico fenomenal, uma expressão fenomenal”, o guitarrista apontou que o entrosamento atual da banda criou uma ideia diferente para o Sepultura, ampliando possibilidades justamente em um momento que poderia ser apenas de retrospectiva. Em vez disso, a turnê de despedida acabou abrindo espaço para criação, risco e renovação.

Além do aspecto musical, Andreas associou o título The Cloud of Unknowing a uma reflexão contemporânea sobre tecnologia, espiritualidade e experiência real. Segundo ele, o nome faz referência a um movimento cristão medieval e dialoga com o momento atual, em que as pessoas muitas vezes confundem representação com vivência. Na visão do guitarrista, o novo trabalho propõe justamente um olhar mais direto e humano sobre a realidade, sem mediações artificiais.

Mesmo em clima de despedida, Andreas mostrou entusiasmo ao falar sobre o lançamento. Para ele, o EP representa não apenas mais um registro da história do Sepultura, mas também uma prova de que a banda permanece inquieta, relevante e artisticamente viva até seus últimos passos. “Pra mim, como músico, é o que eu mais amo, é um desafio”, afirmou. Kisser ainda resumiu o espírito do projeto com uma frase que sintetiza essa fase final: “Quando você consegue ter esse privilégio de exercer a arte por si própria, nós pegamos essa chance e fizemos”.

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Noticias

Postado em 10/04/2026 @ 10:39 am

Filha do cantor, Ava, tem diagnóstico de TEA (Transtorno do Espectro Autista), e a canção reforça uma mensagem de empatia, inclusão e acolhimento às famílias neurodivergentes.

Russell Allen, vocalista do Symphony X, apresenta ao público o single “Love Her Like I Do (Ava’s Song)”, uma faixa marcada por forte carga emocional e por um propósito que vai além da música. A canção foi escrita em homenagem à sua filha, Ava, diagnosticada com TEA (Transtorno do Espectro Autista), e chega como um gesto de amor, visibilidade e conscientização.

Ouça e compartilhe: https://onerpm.link/LoveHerLikeIDo

Russell Allen explica: “Esta música é dedicada à minha filha Ava e a todos aqueles que convivem com o autismo, assim como às suas famílias. Espero que ela ajude as pessoas a entenderem o que essas crianças enfrentam e abra seus corações para serem mais compreensivas e inclusivas. Por favor, clique no link e compartilhe a música, isso ajuda a ampliar a conscientização. Obrigado.”

Lançado como parte das ações simbólicas do Abril Azul — mês dedicado à conscientização sobre o autismo — o projeto transforma uma vivência pessoal em uma mensagem de alcance coletivo. Ao dar voz à própria experiência como pai, Russell Allen busca ampliar a compreensão do público sobre os desafios, sensibilidades e necessidades de crianças autistas e de suas famílias, que muitas vezes lidam diariamente com rotinas de cuidado, adaptação e luta por inclusão.

“Love Her Like I Do (Ava’s Song)” se apresenta como uma obra de sensibilização e afeto. A proposta do artista é tocar o público não apenas pela emoção, mas também pela reflexão, incentivando um olhar mais humano e respeitoso para a comunidade autista. A música convida o ouvinte a abrir o coração para compreender melhor o que essas crianças enfrentam em seu cotidiano e a importância de construir ambientes mais empáticos, acessíveis e acolhedores.

Com esse lançamento, Russell Allen reafirma a música como ferramenta de conexão e transformação social. Ao compartilhar sua história por meio da arte, o cantor soma sua voz a uma causa essencial: a defesa da inclusão, da escuta e do respeito às diferenças. Ele também faz um apelo para que o público ouça e compartilhe a faixa, ajudando a ampliar a conscientização sobre o autismo e a levar essa mensagem ainda mais longe.

Noticias

Postado em 07/04/2026 @ 8:45 pm

Nova edição da revista destaca os 30 anos de “Holy Land” com matéria especial de 10 páginas, enquanto o Angra prepara um show único em Paris, com Kiko Loureiro de volta ao palco e homenagens ao legado de Andre Matos.

O Angra é o grande destaque da nova edição da revista Rock Hard, que coloca a banda brasileira na capa em uma celebração especial aos 30 anos de “Holy Land”, um dos álbuns mais emblemáticos de sua carreira e um marco do heavy metal mundial. Além da capa, a publicação dedica 10 páginas à trajetória e ao processo de criação do disco, revisitando a força de uma obra que atravessou gerações ao unir power metal, arranjos sinfônicos e elementos rítmicos ligados à formação cultural brasileira.

A homenagem ganha ainda mais força com o anúncio do show comemorativo sobre o “Holy Land”, que será realizado em 23 de setembro de 2026, no lendário Olympia, em Paris. A apresentação será dividida em duas partes: na primeira, o grupo executará “Holy Land” na íntegra; na segunda, fará uma viagem por diferentes momentos de sua discografia, passando por clássicos de álbuns como “Angels Cry”, “Fireworks”, “Rebirth” e “Temple of Shadows”.

Um dos pontos altos da noite será o retorno especial de Kiko Loureiro, que voltará a se apresentar com o Angra justamente em uma ocasião carregada de significado. Sobre a importância desse reencontro, o guitarrista destaca a dimensão simbólica do palco parisiense: “Hoje, voltar a esse palco histórico com meus irmãos do Angra para celebrar ‘Holy Land’ parece ainda mais significativo. Esse álbum representa um dos capítulos mais importantes da nossa vida musical. Voltar a Paris, em uma cidade que sempre nos recebeu com profundo respeito e entusiasmo, para dividir essas canções novamente, especialmente em uma casa tão emblemática quanto o Olympia, é mais do que um simples show. É uma celebração da história, dos laços e da gratidão.”

O espírito de “Holy Land” também é resumido nas palavras de Rafael Bittencourt, que relembra o momento criativo vivido pela banda durante a concepção do disco: “Era o momento ideal para experimentar, correr riscos e ultrapassar nossos limites. Éramos jovens, inspirados e tínhamos a rara chance de nos dedicar profissionalmente à música enquanto realizávamos o sonho do reconhecimento internacional.” Rafael também recorda a ideia central por trás da obra: “Para expressar quem éramos, tive a ideia de contar a história da descoberta do Brasil, da colonização europeia e do encontro com as culturas africanas e indígenas.”

Além da celebração do passado, o show no Olympia marcará um novo capítulo na história do grupo com a apresentação oficial de Alirio Netto ao público francês como novo vocalista do Angra. Conhecido por seu trabalho no Queen Extravaganza, Alirio chega à banda cercado de expectativa e reverência pela trajetória construída ao longo das décadas. Em seu depoimento, ele reforça o peso emocional desse momento: “Entrar para o Angra é a realização de um sonho que cultivo desde o início da minha trajetória. É impossível falar dessa história sem mencionar Andre Matos: sua voz e sua sensibilidade ajudaram a definir o som e a alma do Angra e marcaram profundamente toda uma geração de músicos e fãs.”

Alirio também deixa claro o compromisso com esse legado: “Recebo este momento com gratidão e responsabilidade. O legado do Angra sempre merece o melhor em dedicação, comprometimento e autenticidade, e não vou abrir mão disso. Minha intenção é honrar essa história respeitando o passado e me comprometendo com o futuro.”

No palco, ele estará ao lado de Rafael Bittencourt, Felipe Andreoli, Marcelo Barbosa e Bruno Valverde, em uma formação que combina reencontro, renovação e continuidade. Para Felipe, a chegada do novo cantor representa mais um passo importante na evolução da banda: “Em 25 anos, o Angra me permitiu dividir o palco com muitos artistas excepcionais, e isso continua com a chegada de Alirio. Ele é, simplesmente, um dos maiores cantores que já vi, e é um verdadeiro prazer tê-lo agora entre nós.” O baixista também ressalta a força artística do novo integrante e o valor do retorno de Kiko: “Ele encarna a música e a cultura brasileiras ao mesmo tempo em que traz sua própria interpretação teatral, além de uma extensão e uma versatilidade incríveis. E o fato de Kiko, um dos músicos brasileiros mais importantes do nosso tempo e também um grande amigo, se juntar a nós nesses momentos especiais é algo inestimável.”

Mais do que uma comemoração de álbum, a noite de 23 de setembro de 2026 promete ser um encontro entre passado e futuro, reverência e renovação. Em uma casa histórica como o Olympia, o Angra celebra não apenas os 30 anos de “Holy Land”, mas também a permanência de um legado que segue vivo no coração dos fãs e na força de sua música.

Noticias

Postado em 06/04/2026 @ 4:03 pm

Pela primeira vez, uma banda brasileira de heavy metal é destaque na conceituada revista Bilboard Brasil. No dia 26 de abril, em São Paulo, no Bangers Open Air, o Angra sobe ao palco com três formações, três eras e décadas de história em um dos momentos mais simbólicos de sua trajetória.

O Angra vive um capítulo histórico em sua carreira. Em matéria assinada pelo respeitado jornalista Sergio Martins para a Billboard Brasil, a banda se prepara para encerrar o Bangers Open Air, em São Paulo, no próximo dia 26 de abril, tornando-se a primeira banda brasileira a fechar o festival. O feito marca não apenas um reconhecimento à importância do grupo para o metal nacional, mas também celebra um dos momentos mais emblemáticos de sua trajetória.

Leia a matéria: https://billboard.com.br/grande-familia-angra-billboard-brasil/

No palco, o público verá uma apresentação inédita, reunindo três formações, três eras e três décadas de um legado construído com intensidade, talento e reinvenção. Ao longo dos anos, o Angra atravessou rupturas, reconciliações e renascimentos, consolidando-se como uma das bandas mais importantes da história do metal brasileiro e latino-americano.

A nova capa da Billboard Brasil mergulha nos bastidores desse encontro histórico, revelando detalhes da reaproximação entre antigos e novos integrantes. Entre os momentos que ajudaram a construir essa reunião estão o churrasco que aproximou diferentes gerações da banda, as conversas que selaram a paz após anos de distanciamento, além dos movimentos recentes que redesenharam o presente do grupo, como a saída de Fabio Lione e a chegada de Alírio Netto.

Mais do que um show especial, a apresentação no Bangers Open Air simboliza a força de uma banda que soube transformar desafios em permanência. Ao costurar passado, presente e futuro diante de um público que acompanhou cada fase de sua jornada, o Angra reafirma sua posição como uma verdadeira fênix do metal.

O encontro no festival também aponta para novos caminhos. Em um momento de celebração, reencontros e renovação, o Angra mostra que sua história continua em movimento e que o legado construído ao longo de décadas ainda tem muitos capítulos a escrever.

Texto: @smartinz15
Design da capa: @eduardopignata
Fotos: @marcoshermes

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