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Notícias

Postado em 02/02/2026 @ 9:44 pm

Guitarrista e manager do grupo, colecionador declarado da banda inglesa, músico comenta uma prensagem britânica original de 1967 do álbum Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band e relembra um dos mistérios mais famosos do disco

O guitarrista e manager do Twisted Sister, Jay Jay French, também conhecido por sua atuação nos bastidores da indústria e por sua relação próxima com o universo do colecionismo, é um grande fã de The Beatles e mantém uma extensa coleção ligada ao grupo.

No último fim de semana, no dia 31 de janeiro, o empresário Paulo Baron, fundador da Top Link Music e um dos principais nomes do show business de rock e heavy metal na América Latina, esteve hospedado na casa de Jay Jay, em Nova York. Durante a visita, eles gravaram um vídeo no qual o músico apresenta uma raridade relacionada ao catálogo dos Beatles e explica por que aquele exemplar específico chama tanta atenção entre colecionadores.

No registro, Jay Jay mostra uma cópia britânica original de 1967 do Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band e comenta detalhes de embalagem e prensagem que alimentaram histórias clássicas do folclore em torno do disco, incluindo o trecho final associado à última faixa, A Day in the Life, e teorias que circularam durante décadas, como a narrativa de “Paul is dead” envolvendo Paul McCartney.

A seguir, a fala do músico, na íntegra, conforme aparece no vídeo: https://www.instagram.com/p/DUN5rvNkalJ/

“Eu tenho muitos discos diferentes dos Beatles, muitas cópias diferentes de Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, mas esta aqui é uma cópia britânica original de 1967 do Sgt. Pepper.

Por que isso é especial? Antes de tudo, porque o disco vem com o envelope interno original, que é vermelho. E, se você acredita naquela história de que Paul McCartney está morto, dizem que esse vermelho seria o “sangue” do Paul McCartney. Se você acredita nessa besteira toda.

O que é único no Sgt. Pepper original é que ele foi feito com um sleeve separado, algo próprio da edição. Você comprava o álbum e não dava para simplesmente “pinçar” as músicas, como se fosse outra lógica de consumo. Naquela época, não existia esse hábito de ficar escolhendo faixa por faixa.

Todo disco tem os sulcos por onde a agulha passa e, como eu disse, se você toca a última faixa, A Day in the Life, e a agulha entra nos sulcos do final, você ouve um negócio estranho. Ela cai no sulco do fim e fica ali repetindo.

É um monte de coisa sem sentido. Um negócio esquisito. Você não sabia o que era aquele sulco.

Agora, se você toca isso ao contrário, ele diz assim: “well, fuck you, I screw you”. Isso virou uma grande história no folclore dos Beatles. Você encontra isso comentado em entrevistas. Ele diz que é do mesmo jeito no álbum e que esse é o fim da história.

Aí ele pergunta: o que é esse negócio? E ele responde: eu não sei que p*rra é essa. Quer dizer, não, não, não… isso não pode estar aí de propósito.

Aí alguém pegou a cápsula e reproduziu de outro jeito e ele disse: caramba, isso é tipo “vocês devem estar me sacaneando”. Porque eu não faço ideia de quem fez isso. Eu não fiz. Incrível.

Essa era a pose oficial que eles fizeram, a pose especial daquela época. Mas, ainda assim, a última história que me contaram foi essa.

Isso é um item oficial da empresa. Você pode ficar com isso porque ela me contratou, isso era da empresa, então você pode levar como prova. Eu só coloquei isso como oficial, da Capitol Records. Isso ficou guardado no escritório por 30 anos na Capitol Records.”

Mais informações no instagram da Top Link Music @toplinkmusic

Noticias

Postado em 02/02/2026 @ 3:13 pm

Em entrevista para a Top Link Music, vocalista afirma que na América do Sul ele “nem preciso cantar” e promete setlist com raridades, clássicos obrigatórios e músicas de diferentes fases, enquanto a banda prepara um novo álbum para o próximo ano

O Symphony X retorna à América Latina em março de 2026 para celebrar 30 anos de carreira, em uma turnê que combina clima de retrospectiva e olhar para o futuro. Em entrevista para o jornalista Thiago Rahal Mauro, da Top Link Music, Russell Allen destacou a conexão da banda com o público brasileiro, comentou os desafios de montar um repertório que represente toda a trajetória e ainda antecipou expectativas altas para o próximo capítulo do grupo. “Esse novo álbum que a gente está fazendo pode ser melhor que todos os nossos últimos álbuns”, disse, ao falar do disco inédito do Symphony X.

O vocalista também ressaltou a relação de longa data com a produtora e com Paulo Baron, lembrando a história construída ao longo dos anos e o simbolismo de celebrar o marco de três décadas com uma nova passagem pelo continente. Mesmo citando dificuldades de logística e viagens longas após a pandemia, Allen reforçou que a experiência compensa assim que a banda sobe ao palco. Para ele, a resposta do público sul americano segue como um diferencial. “É um dos poucos lugares na Terra onde você faz um show e eu nem preciso cantar muita coisa, porque todo mundo canta tudo”, afirmou.

Ao falar do setlist, Russell explicou que a escolha de músicas envolve limitações técnicas e demanda planejamento. Mudanças de guitarra, programações de equipamento e o formato de estrada reduzem a margem para alterações espontâneas, mas a proposta para a turnê de 30 anos é ambiciosa. “A parte difícil é tentar cobrir todos os álbuns. Vou tirar do baú algumas músicas antigas que a gente não toca há muito, muito tempo”, disse. A ideia, segundo ele, é equilibrar faixas raras com músicas essenciais que o público espera ouvir, mantendo o impacto ao vivo característico do Symphony X e reforçando a identidade híbrida entre metal e prog que consagrou a banda.

Russell também comentou a importância das letras e como a banda passou a priorizar mensagens mais diretas e acessíveis, sem abrir mão da profundidade. Para ele, a complexidade musical pode conviver com uma escrita que conecte diferentes tipos de ouvintes, incluindo quem não acompanha detalhadamente as histórias por trás de cada álbum. “Eu quero que o inglês seja simples, mas profundo. Não deveria ser um desafio tão grande ouvir uma música do Symphony X e saber do que ela trata”, explicou.

Com datas confirmadas no México, Chile, Argentina, Uruguai, Brasil, Colômbia e Costa Rica, o Symphony X celebra o passado, revisita diferentes fases do catálogo e aponta para o futuro, com a promessa de um novo álbum no horizonte e o reencontro com um público que, nas palavras do vocalista, transforma cada refrão em coro.

Serviço – SYMPHONY X 2026:

11/03 Guadalajara C4 Stage: https://eventos.ticketnowmexico.com/SYMPHONYXenGuadalajara

12/03 Monterrey Nanda’s: https://www.passline.com/sitio-evento/symphony-en-monterrey

13/03 Mexico City Foro Velódromo: https://www.superboletos.com/landing-evento/MYJA2gO7NCChGVH7u8F4XQ

15/03 Santiago Teleton: https://www.eventrid.cl/eventos/atenea/symphony-x-en-chile

17/03 Buenos Aires Teatro Flores: https://www.passline.com/eventos/symphony-x-30th-anniversary-tour-2026

18/03 Montevideo Montevideo Music Box: https://redtickets.uy/evento/Symphony-X-en-MMBox–183/24693/

20/03 São Paulo Tokio Marine Hall: https://www.ticketmaster.com.br/event/symphony-x-tokio-marine-hall

21/03 Curitiba Tork N Roll: https://www.ticketmaster.com.br/event/symphony-x-curitiba

22/03 Rio de Janeiro Sacadura 154: https://www.ticketmaster.com.br/event/symphony-x-rio-de-janeiro

25/03 Bogotá Royal Center: https://www.ticketshows.co/events/symphony-x

28/03 Heredia Nebula Center: https://www.passline.com/eventos/preshow-aftersun-music-fest-symphony-x

Noticias

Postado em 30/01/2026 @ 12:34 pm

Dono dos hits “Save Tonight”, “Falling In Love Again” e “Are You Still Having Fun?”, cantor sueco volta ao país em fase marcada pelo álbum “Become A Light” e reconexão com suas raízes no rock

Eagle-Eye Cherry, artista por trás dos hits mundiais “Save Tonight”, “Falling In Love Again” e “Are You Still Having Fun?”, retorna ao Brasil em 2026 para três apresentações em julho, passando por São Paulo (25/07, Tokio Marine Hall), Brasília (26/07, local a confirmar) e Curitiba (28/07, Live Curitiba), dentro da World Tour 2026. Com mais de 4 milhões de discos vendidos em todo o mundo, a passagem pelo país celebra uma trajetória que atravessa gerações e reforça a conexão do cantor sueco com o público brasileiro, país que ele define como seu lugar favorito para tocar. A turnê tem realização da Top Link Music.

A passagem pelo Brasil acontece em um momento especial da carreira. Eagle-Eye acaba de lançar “Become A Light”, seu novo álbum de estúdio, em que revisita a energia crua do rock e do pós-punk que o influenciaram no início do caminho. Segundo o músico, a inspiração para essa virada veio durante a pandemia, quando mergulhou novamente nos discos que ouvia na adolescência. “Durante a pandemia, eu comecei a revisitar os discos que comprava quando era adolescente”, contou. “O primeiro álbum que comprei foi London Calling, do The Clash, e aquilo reacendeu algo em mim.”

Gravado entre Los Angeles e a Suécia, “Become A Light” equilibra dois universos sonoros. Nos Estados Unidos, Cherry trabalhou com o produtor Jamie Hartman e com Mark Stoermer, baixista do The Killers; na Escandinávia, retomou a parceria com Peter Kvint, colaborador de longa data. O resultado é um disco com contrastes marcantes, alternando faixas mais vigorosas e momentos mais diretos e íntimos, característica que também deve se refletir no palco.

Ao vivo, a promessa é de um repertório que passeia pelos principais momentos da discografia, com espaço para os clássicos que marcaram sua história e para as canções da fase atual, trazendo de volta a pulsação roqueira que inspirou o novo trabalho. Sobre a relação com a estrada, Eagle-Eye é categórico: é onde ele se sente em casa. Filho do lendário trompetista de jazz Don Cherry, cresceu em turnê com a família e moldou sua vida ao redor do palco. “Quando saí em turnê com o meu primeiro álbum, foi como voltar pra casa”, relembra. “Estar no ônibus, indo para o próximo show, ainda é onde me sinto mais à vontade. É o melhor trabalho do mundo.”

A ligação com o Brasil, segundo ele, sempre foi especial. “É meu lugar favorito para tocar. Não estou dizendo isso só por dizer – amo o público, a comida, a música, o sol. As vibrações dos shows aí são sempre incríveis”, afirmou, projetando a volta que agora se concretiza com as datas de julho.

Mais informações no Instagram da Top Link Music: @toplinkmusic

Serviço

Eagle-Eye Cherry World Tour 2026

São Paulo
Data: 25 de julho de 2026
Horário: 22h
Local: Tokio Marine Hall
Ingressos: Ticketmaster

Brasília
Data: 26 de julho de 2026
Local: a confirmar (TBA)
Ingressos e horário: a confirmar

Curitiba
Data: 28 de julho de 2026
Local: Live Curitiba
Ingressos e horário: a confirmar

Realização: Top Link Music

Noticias

Postado em 28/01/2026 @ 12:41 pm


Cantor sueco com mais de 4 milhões de discos vendidos volta ao Brasil em fase marcada pelo novo álbum “Become A Light” e reconexão com suas raízes no rock

Eagle-Eye Cherry, artista por trás dos hits mundiais “Save Tonight”, “Falling In Love Again” e “Are You Still Having Fun?”, retorna ao Brasil em 2026 para uma apresentação em São Paulo, marcada para o dia 25 de julho, no Tokio Marine Hall, dentro da World Tour 2026. Com mais de 4 milhões de discos vendidos em todo o mundo, o show celebra uma trajetória que atravessa gerações e reforça a conexão do cantor sueco com o público brasileiro, país que ele define como seu lugar favorito para tocar. O show tem realização da Top Link Music.

A passagem pelo Brasil acontece em um momento especial da carreira. Eagle-Eye acaba de lançar “Become A Light”, seu novo álbum de estúdio, em que revisita a energia crua do rock e do pós-punk que o influenciaram no início do caminho. Segundo o músico, a inspiração para essa virada veio durante a pandemia, quando mergulhou novamente nos discos que ouvia na adolescência. “Durante a pandemia, eu comecei a revisitar os discos que comprava quando era adolescente”, contou. “O primeiro álbum que comprei foi London Calling, do The Clash, e aquilo reacendeu algo em mim.”

Gravado entre Los Angeles e a Suécia, “Become A Light” equilibra dois universos sonoros. Nos Estados Unidos, Cherry trabalhou com o produtor Jamie Hartman e com Mark Stoermer, baixista do The Killers; na Escandinávia, retomou a parceria com Peter Kvint, colaborador de longa data. O resultado é um disco com contrastes marcantes, alternando faixas mais vigorosas e momentos mais diretos e íntimos, característica que também deve se refletir no palco.

Ao vivo, a promessa é de um repertório que passeia pelos principais momentos da discografia, com espaço para os clássicos que marcaram sua história e para as canções da fase atual, trazendo de volta a pulsação roqueira que inspirou o novo trabalho. Sobre a relação com a estrada, Eagle-Eye é categórico: é onde ele se sente em casa. Filho do lendário trompetista de jazz Don Cherry, cresceu em turnê com a família e moldou sua vida ao redor do palco. “Quando saí em turnê com o meu primeiro álbum, foi como voltar pra casa”, relembra. “Estar no ônibus, indo para o próximo show, ainda é onde me sinto mais à vontade. É o melhor trabalho do mundo.”

A ligação com o Brasil, segundo ele, sempre foi especial. “É meu lugar favorito para tocar. Não estou dizendo isso só por dizer – amo o público, a comida, a música, o sol. As vibrações dos shows aí são sempre incríveis”, afirmou, projetando a volta que agora se concretiza com a data em São Paulo.

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Postado em 15/01/2026 @ 2:42 pm

Em entrevista exclusiva à Billboard Brasil, Yotuel Romero comenta a realidade cubana. Grupo volta a São Paulo após sete anos para show de reencontro com os fãs no Tokio Marine Hall, em 15 de março.

O Orishas retorna a São Paulo após sete anos para um reencontro com o público brasileiro em show único no Tokio Marine Hall. Mais do que marcar a volta do grupo ao país, a apresentação ganha contornos especiais por acontecer em uma nova fase liderada por Yotuel Romero e Roldán González, que retomaram a parceria e colocaram o projeto novamente em movimento. Pioneiro do hip hop cubano desde o fim dos anos 1990, o Orishas ficou conhecido por fundir rap com elementos da música tradicional de Cuba, consolidando uma identidade própria que ganhou projeção internacional a partir do impacto de “A Lo Cubano”, álbum de estreia que se tornou referência pela mistura de gêneros e pela força cultural.

Em entrevista exclusiva à Billboard Brasil, Yotuel destacou que o retorno do Orishas em 2025 acontece com uma estrutura renovada e com outra energia. “Voltamos com força total”, afirmou. Ele reforça que a nova etapa é marcada por mudanças profundas: “Essa nova era do Orishas é, talvez, a melhor. Temos nova banda, novos músicos, nova equipe. Precisávamos disso. Precisávamos nos livrar da energia ruim do passado e voltar com uma nova energia. Estamos famintos novamente. Paramos porque perdemos essa fome, mas agora ela voltou. Este é o momento ideal para Orishas.”

No papo, o rapper também falou abertamente sobre a realidade cubana e como a liberdade de movimento e de expressão mudou sua vida e, consequentemente, a dinâmica do grupo. “Cuba é um país lindo, com pessoas incríveis e um clima maravilhoso. Mas, ao mesmo tempo, vivemos sob uma ditadura que fecha as portas para os músicos. Os cubanos não podem sair livremente”, disse. Ao comparar com a experiência de artistas estrangeiros que visitam a ilha, ele explicou por que o intercâmbio é tão desigual: “O Sepultura pode ir a Cuba e voltar pro Brasil. Mas se uma banda cubana de rock sair para tocar no Brasil, ela não volta. Vai fugir. Porque quer ser livre, comer bem, viver, tomar banho quente. Em Cuba, não temos isso.” Para Yotuel, a situação do Orishas é diferente hoje justamente por não viver mais no país: “O Orishas é diferente porque não vivemos mais em Cuba. Moramos na Europa. Temos liberdade de expressão, liberdade de movimento. Podemos ir a qualquer lugar sem pedir permissão ao governo. Nascemos livres. E quando você nasce livre, pode escolher para onde quer ir. Não precisa avisar ninguém. Simplesmente vai.”

Apesar do peso do tema, o retorno ao Brasil é tratado como celebração. Yotuel ressaltou a ligação afetiva do grupo com São Paulo e com a energia do público brasileiro. “É incrível voltar a São Paulo porque sabemos o quanto o Brasil representa para Cuba. Desde o início da banda, seu país sempre foi muito especial para nós”, afirmou. Ele ainda destacou a vibração local como algo raro: “Mesmo quando o público não entende todas as letras, a energia que vem daqui é única. Nenhum outro lugar tem essa vibração, nem mesmo onde entendem cada palavra. Estar em São Paulo é maravilhoso.” O show, segundo o músico, será guiado por essa ideia de reconexão e por um repertório voltado aos hinos do grupo: “A prioridade é se reconectar com o público. Vamos tocar músicas que sabemos que o pessoal ama, como ‘Represent’, ‘Cuba’, ‘A lo Cubano’. Queremos fazer uma grande festa. Só queremos dizer: ‘Estamos de volta. Estamos aqui. Venham com a família. Vamos fazer desse show uma noite inesquecível.’ Esperamos por essa noite maravilhosa.”

Yotuel também projetou 2026 como um novo momento de aproximação com o Brasil, com planos de colaborações e mais tempo no país. “Para 2026, queremos voltar com força total. Queremos nos reconectar com o hip hop brasileiro, fazer colaborações, músicas e shows. Passar mais tempo aí”, disse. Ele ainda adiantou que o Orishas trabalha em um lançamento de grandes proporções e em um longo ciclo de estrada: “Estamos finalizando um álbum que ficou pendente e creio que ele será lançado em novembro de 2026. Teremos muitas participações, mais de 50 músicas. No ano que vem, teremos esse novo álbum e mais três anos de turnê. Vamos pegar o microfone, entrar no avião e fazer o que a gente ama.”

Serviço
Orishas em São Paulo
Data: 15 de março (domingo)
Abertura dos portões: 18h00
Local: Tokio Marine Hall, São Paulo (SP)
Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281, Várzea de Baixo, São Paulo, SP
Realização: Top Link Music
Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/event/orishas-represent-cuba-tour-tokio-marine-hall

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