No programa Por Dentro com Paulo Baron, CEO da @toplinkmusic, junto de Regis Tadeu, renomado jornalista, em seu canal de YouTube, em um programa para que Baron entreviste seus amigos que colecionou em seus 32 anos de show business, a entrevista, que mais bem seria uma reunião de amigos foi por conta do convidado Phil Anselmo, o lendário vocalista da banda Pantera.
Questionado por Paulo Baron se existiria uma possibilidade de que algum dia aconteça uma turnê tributo ao Pantera entre Phil e Rex Brown, “Eu acho que o Rex vê o que eu tenho feito com o The Illegals e ele gosta. Quanto mais eu manter o Pantera vivo é bom para ele também. Eu acho que o Rex está muito feliz fazendo seus álbuns solo, acho que ele está em estúdio com suas coisas acontecendo. E acho que agora na vida estamos contentes em fazer coisas dessa maneira. E vou terminar isso falando que, se Rex e eu tivermos um show para tocar, ou estar nos palcos juntos novamente, eu iria recebê-lo de braços abertos, eu amo o Rex. E ele se sente da mesma maneira. Somos irmãos para sempre. Tocando no palco juntos, ou fazendo alguns shows juntos não está fora de cogitação, pode acontecer”.
Atualmente Phil Anselmo está preparando-se para uma turnê com Philip H. Anselmo & The Illegals para tocar os clássicos do Pantera em homenagem aos irmãos Dimebag e Vinnie Paul, já falecidos, chamada A Vulgar Display of Pantera.
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Nos anos 80s, antes do Pantera definir o estilo que todos conhecemos hoje, o Groove Metal, tanto em suas músicas como em seu visual a banda possuía um estilo Glam Rock.
Falando sobre essa mudança de visual e estilo musical, Phil Anselmo relembra como foi esse processo de transição, “Foi um processo muito simples essa transição, foi uma coisa nossa. Todas as nossas músicas tinham em seu final um riff pesado, então eu falei para os caras ‘Por que não pegamos esse riff pesado do final, e fazemos dele uma música inteira?’ Eu também mudei meu estilo de cantar na época, eu sabia que só poderia existir um Rob Halford, e existiam milhares querendo ser como ele. Então peguei outras influências, fui influenciado por todo tipo de Heavy Metal, por Hardcore. Em coisas pequenas, desde a maneira que as pessoas pronunciavam as coisas, que elas entregavam, cantavam, gritavam e escreviam. Fui influenciado por tudo isso, e usei muito disso.”
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Em 1994 Pantera lançava o álbum Far Beyond Driven, que estreou em número na Billboard 200. E para uma banda isso significa que terão uma extensa turnê pela frente. Nessa mesma época Phil Anselmo estava sofrendo com uma severa lesão nas costas, o que não era um bom sinal para uma turnê como essa que vinha pela frente.
Durante a entrevista, Phil relembra como foi esse momento “Eu me senti despedaçado. eu estava muito feliz pelos caras, muito feliz pelo Pantera em ver um sonho deles se tornar realidade. Eu não tinha esse sonho, eu sempre fui cético, ‘Vou acreditar quando acontecer’. Eu estava tão machucado naquela época até mesmo no coração, pois eu sabia que iriamos fazer muita turnê e não sabia o que eu iria fazer. Na época eu bebia uma garrafa e meia de whisky antes de subir no palco para acabar com a dor, e me envolvi com remédios e drogas. Não recomendo isso para ninguém. Eu estava em um lugar difícil, era jovem e joguei com as cartas que me deram, mas não soube lidar muito bem com as cartas. Talvez musicalmente minha carreira tivesse indo bem, mas eu não estava bem, e olhando para trás eu não estava nada bem.”
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No programa Por Dentro com Paulo Baron, CEO da @toplinkmusic, junto de Regis Tadeu, renomado jornalista, em seu canal de YouTube, em um programa para que Baron entreviste seus amigos que colecionou em seus 32 anos de show business, a entrevista, que mais bem seria uma reunião de amigos foi por conta do convidado Sammy Hagar, o lendário vocalista do Van Halen, Sammy Hagar and The Circle, Chickenfoot e diversas outras bandas.
Em sua biografia, RED: Minha Vida No Rock Sem Censuras, Sammy Hagar expõem o lado mais obscuro de Eddie Van Halen, mostrando os diversos problemas que ocorrem entre eles, que apesar de serem verdade, “Por conta da morte prematura e trágica de Eddie Van Halen, eu peço desculpas do fundo do meu coração por ter exposto seu lado obscuro. Eu acho que ninguém quer ouvir sobre isso agora, e infelizmente está no livro. Mas é tudo verdade, tudo que está lá é verdade, não é como se eu tivesse que dizer ‘eu estava mentindo’, nada disso. Se eu escrevesse o livro hoje, eu apenas colocaria o lado bom do Eddie Van Halen, porque ele foi um guitarrista brilhante, um grande amigo, e um grande parceiro, até que tudo deu errado”.
No programa Por Dentro com Paulo Baron, CEO da @toplinkmusic, junto de Regis Tadeu, renomado jornalista, em seu canal de YouTube, em um programa para que Baron entreviste seus amigos que colecionou em seus 32 anos de show business, a entrevista, que mais bem seria uma reunião de amigos foi por conta do convidado Sammy Hagar, o lendário vocalista do Van Halen, Sammy Hagar and The Circle, Chickenfoot e diversas outras bandas.
Sammy Hagar e David Lee Roth foram vocalistas da banda Van Halen e possuem um comportamento muito diferente no palco durante suas apresentações. Ambos são excelentes frontman com uma performance sem igual.
Ao ser questionado sobre o que pensa sobre David Lee Roth, Sammy explicou “Eu não sei com o que ele se importa, eu não conheço ele, não faço ideia de quem ele seja, na verdade acho que ninguém tenha. Mas ele me entretém, eu gosto de ver ele fazendo as besteiras. A primeira coisa que eu penso quando vejo ele é: ‘Wow ele é uma pessoa estranha, um personagem estranho’, ele não é o que ele diz ser, ele está fingindo, é tudo mentira. Tudo que ele faz é pensado, uma imagem, não tem nada a ver com o que ele é. Ele não expõem quem e o que ele é, e eu sei disso. Eu soube disso na primeira vez que vi ele, ele criar uma imagem, faz um show, volta para casa e é um cara totalmente diferente, não tem nada a ver com aquele cara. Ele não é honesto sobre sua imagem e performance, é isso que eu sinto quando vejo ele. Mas eu tentei ser amigo dele, quando fizemos a turnê juntos pensei que seria divertido, ‘se ele for o que ele diz ser, vamos nos divertir bastante.’ Mas não foi. Ele foi a pior pessoa para se ter por perto”.
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