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Notícias

Postado em 13/05/2026 @ 11:53 am

Apresentações acontecem nos dias 2 e 3 de outubro, no Tokio Marine Hall, e celebram os 30 anos de “Holy Land” e os 25 anos de “Rebirth”; a primeira noite terá participação do baixista Luis Mariutti e convidados especiais, enquanto a segunda contará com Edu Falaschi em um show dedicado ao álbum lançado em 2001.

O Angra realizará nos dias 2 e 3 de outubro, no Tokio Marine Hall, em São Paulo, uma imersão especial em dois períodos fundamentais de sua discografia. Em noites consecutivas, a banda celebrará os 30 anos de “Holy Land” e os 25 anos de “Rebirth”, álbuns que representam momentos diferentes, decisivos e complementares na construção de uma das trajetórias mais importantes do metal brasileiro.

A experiência foi pensada para aproximar o público de duas fases centrais do Angra. Para os fãs que desejarem acompanhar a programação completa, estarão disponíveis pacotes especiais para os dois shows, com condições de desconto para quem adquirir ingressos para ambas as apresentações.

A primeira noite, no dia 2 de outubro, será dedicada a “Holy Land”, segundo álbum de estúdio do Angra. Lançado em 1996, o disco ampliou a repercussão internacional da banda após “Angels Cry” e consolidou uma linguagem artística própria, marcada pela combinação entre heavy metal, música clássica, elementos progressivos, arranjos sinfônicos, percussões e referências à música brasileira. A apresentação terá participação especial de Luis Mariutti, baixista original do álbum e músico diretamente ligado à construção dessa fase da banda.

A concepção de “Holy Land” partiu de uma abordagem ambiciosa para a época. Inspirado pelo encontro entre culturas indígenas, africanas e europeias durante a formação do Brasil, o álbum transformou esse recorte em narrativa musical. O resultado foi uma obra que não apenas expandiu a sonoridade do Angra, mas também apresentou ao mundo uma leitura brasileira dentro do metal melódico.

Rafael Bittencourt relembra que o período foi marcado por liberdade criativa e pela vontade de levar a banda a outro patamar. “Nós estávamos confiantes e impacientes para ir mais longe. Era o momento ideal para experimentar, correr riscos e ultrapassar nossos limites. Éramos jovens, inspirados e tínhamos a rara oportunidade de poder nos dedicar à música de maneira profissional, ao mesmo tempo em que realizávamos nosso sonho de reconhecimento internacional. Para expressar quem éramos, tive a ideia de contar a história da descoberta do Brasil, da colonização europeia e de seu encontro com as culturas africanas e indígenas. Durante o período Holy Land, a banda atingiu seu auge, tanto no plano individual quanto coletivo. Nada podia nos parar. Foi um período fabuloso que jamais esquecerei”.

O show de “Holy Land” será conduzido pela formação atual do Angra, com Alirio Netto no vocal, Rafael Bittencourt e Marcelo Barbosa nas guitarras, Felipe Andreoli no baixo e Bruno Valverde na bateria, e ganhará ainda mais peso com a presença de Luis Mariutti e convidados especiais. A participação do baixista original reforça a conexão direta com o álbum de 1996, enquanto a formação atual apresenta esse repertório sob uma perspectiva renovada, sem perder a ligação com a essência que tornou o disco um marco.

No dia 3 de outubro, a programação segue com a celebração de “Rebirth”, álbum lançado em 2001 e responsável por inaugurar uma das fases mais populares da banda. O disco nasceu após uma reformulação profunda no Angra e apresentou ao público uma formação renovada, responsável por músicas que se tornaram clássicos, como “Nova Era”, “Millennium Sun”, “Acid Rain”, “Heroes of Sand”, “Rebirth” e “Running Alone”.

A noite dedicada a “Rebirth” terá participação especial de Edu Falaschi, vocalista que gravou originalmente o álbum e cuja voz se tornou parte essencial da identidade daquele período. Sua presença adiciona peso ao espetáculo e cria um reencontro direto com um repertório que marcou uma geração de fãs.

Ao mesmo tempo, a formação atual terá papel central na apresentação, reforçando a continuidade do Angra em sua fase presente. A proposta não é apenas reproduzir dois momentos consagrados, mas revisitar essas obras a partir do ponto em que a banda se encontra hoje, conectando memória, repertório e renovação artística.

Com a imersão no Tokio Marine Hall, o Angra coloca lado a lado dois discos que ajudam a explicar sua permanência no cenário internacional. “Holy Land” representa a afirmação de uma identidade brasileira no metal mundial. “Rebirth” simboliza a capacidade de reconstrução de uma banda que soube transformar mudança em força criativa. Juntos, os dois shows formam um panorama especial de uma história que segue em movimento.

Serviço
Angra – Imersão Especial “Holy Land” e “Rebirth”
Datas: 2 e 3 de outubro de 2026
Local: Tokio Marine Hall
Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281 – Vila Cruzeiro, São Paulo/SP
Abertura da casa: 20h
Horário do show: 22h
Classificação etária: 16 anos. Menores de 16 anos somente acompanhados dos responsáveis legais.

Programação especial:
2 de outubro: show dedicado aos 30 anos de “Holy Land”, com a formação atual do Angra e participação de Luis Mariutti
3 de outubro: show dedicado aos 25 anos de “Rebirth”, com participação especial de Edu Falaschi

Ingressos:
Anúncio oficial: quarta-feira, 13 de maio
Pré-venda: de sexta-feira, 15 de maio, às 12h, até domingo, 17 de maio, às 11h59
Venda geral: domingo, 17 de maio, a partir das 12h

Pacotes especiais para os dois shows:
Os fãs poderão adquirir pacotes promocionais para acompanhar as duas apresentações, com condições especiais de desconto.

Combo 2 dias:
Pista VIP: R$ 420,00 inteira | R$ 210,00 meia-entrada
Pista: R$ 250,00 inteira | R$ 125,00 meia-entrada

Valores por show:
Camarote: R$ 330,00 inteira | R$ 165,00 meia-entrada
Frisa: R$ 210,00 inteira | R$ 105,00 meia-entrada
Cadeira Alta: R$ 170,00 inteira | R$ 85,00 meia-entrada
Pista VIP: de R$ 260,00 a R$ 310,00 inteira | de R$ 130,00 a R$ 155,00 meia-entrada
Pista: de R$ 150,00 a R$ 210,00 inteira | de R$ 75,00 a R$ 105,00 meia-entrada

Parcelamento:
Em até 3 vezes sem juros. De 4 a 6 vezes, com juros.
Na bilheteria, parcelamento em até 3 vezes sem juros.

Noticias

Postado em 11/05/2026 @ 1:31 pm

Apresentação acontece no dia 27 de setembro, no Auditório Araújo Vianna, com a formação atual da banda revisitando um dos álbuns mais importantes do metal brasileiro – Fotos: @marcoshermes

O Angra retorna a Porto Alegre no dia 27 de setembro com a turnê “Holy Land 30th Anniversary Tour”, em apresentação no Auditório Araújo Vianna. O show celebra os 30 anos de “Holy Land”, segundo álbum de estúdio da banda, lançado em 1996, e será conduzido pela formação atual do grupo: Alirio Netto no vocal, Rafael Bittencourt e Marcelo Barbosa nas guitarras, Felipe Andreoli no baixo e Bruno Valverde na bateria.

A turnê revisita um momento decisivo da carreira do Angra. Depois da repercussão internacional de “Angels Cry”, o grupo poderia ter seguido por um caminho mais previsível dentro do Power Metal. Em “Holy Land”, no entanto, a banda ampliou sua linguagem ao incorporar elementos progressivos, arranjos sinfônicos, percussões, passagens acústicas e referências à música brasileira, criando uma obra que ajudou a diferenciar o Angra no cenário mundial.

A força do disco também está em sua construção conceitual. Inspirado pelo encontro entre culturas indígenas, africanas e europeias durante a formação do Brasil, “Holy Land” transformou esse recorte histórico em música. O álbum não usou a brasilidade apenas como detalhe estético, mas como parte essencial de sua narrativa, aproximando peso, sofisticação e identidade nacional em uma proposta rara para o metal da época.

Rafael Bittencourt relembra que o período foi marcado pela liberdade criativa e pela vontade de levar a banda a outro patamar. “Nós estávamos confiantes e impacientes para ir mais longe. Era o momento ideal para experimentar, correr riscos e ultrapassar nossos limites. Éramos jovens, inspirados e tínhamos a rara oportunidade de poder nos dedicar à música de maneira profissional, ao mesmo tempo em que realizávamos nosso sonho de reconhecimento internacional. Para expressar quem éramos, tive a ideia de contar a história da descoberta do Brasil, da colonização europeia e de seu encontro com as culturas africanas e indígenas. Durante o período Holy Land, a banda atingiu seu auge, tanto no plano individual quanto coletivo. Nada podia nos parar. Foi um período fabuloso que jamais esquecerei”.

Com faixas como “Nothing to Say”, “Silence and Distance”, “Carolina IV”, “Make Believe”, “Z.I.T.O.”, “Deep Blue” e “Lullaby for Lucifer”, o álbum se consolidou como um dos trabalhos mais emblemáticos da discografia do Angra. Três décadas depois, o repertório chega novamente aos palcos em uma leitura ligada ao presente da banda, preservando a importância histórica do disco sem transformar a celebração em um exercício de nostalgia.

A presença de Alirio Netto nos vocais marca um novo capítulo nessa trajetória. Reconhecido pela versatilidade e pela experiência em grandes produções, o cantor assume o desafio de interpretar uma fase clássica do Angra com respeito à obra original e personalidade própria. Ao lado de Rafael, Marcelo, Felipe e Bruno, ele integra uma formação que conecta diferentes momentos da banda e reafirma sua continuidade artística.

Para Felipe Andreoli, a fase atual reforça essa ponte entre legado e renovação. “Em 25 anos, Angra me permitiu compartilhar a cena com muitos artistas excepcionais, e isso continua com a chegada de Alirio. É simplesmente um dos maiores cantores que tive a oportunidade de ver, e é um verdadeiro prazer tê-lo agora entre nós. Ele incorpora a música e a cultura brasileiras, ao mesmo tempo em que traz seu próprio toque de interpretação teatral, além de uma extensão e uma versatilidade incríveis”.

A apresentação no Auditório Araújo Vianna ganha peso especial por reunir uma banda brasileira de alcance internacional em um dos palcos mais tradicionais de Porto Alegre. Com a “Holy Land 30th Anniversary Tour”, o Angra celebra uma obra que segue fundamental para entender sua história e a projeção do metal nacional fora do país.

Serviço
Angra – Holy Land 30th Anniversary Tour
Data: 27 de setembro de 2026
Local: Auditório Araújo Vianna
Cidade: Porto Alegre/RS
Abertura dos portões: 18h30
Horário do show: 20h
Ingressos: Sympla
Link: https://bileto.sympla.com.br/event/120437

Noticias

Postado em 07/05/2026 @ 11:15 am

Empresário fala sobre as críticas recentes, explica escolhas envolvendo ex-integrantes e reforça que as decisões fazem parte de uma estratégia para valorizar todos os legados do Angra

Depois de semanas marcadas por debates entre fãs, críticas nas redes sociais e especulações sobre os bastidores do Angra, o empresário e manager Paulo Baron decidiu se manifestar publicamente sobre os recentes acontecimentos envolvendo a banda.

Em uma declaração direta, Baron comentou as críticas recebidas, defendeu as decisões tomadas pela gestão do Angra e explicou que os movimentos recentes fazem parte de uma estratégia maior para celebrar diferentes fases da trajetória da banda brasileira, uma das mais importantes do metal latino-americano.

A fala ocorre após apresentações especiais que reacenderam discussões sobre a presença de ex-integrantes, a ausência de nomes históricos e os caminhos futuros do grupo. Segundo Baron, as escolhas foram pensadas para contemplar os diversos legados construídos ao longo da história do Angra, sem expor questões internas desnecessárias.

Assista o vídeo: https://www.instagram.com/p/DYCQERezTF1/

Confira a declaração de Paulo Baron na íntegra:

“O Angra e seus desafios.

Os desafios de, muitas vezes, ser criticado; muitas vezes, não ser entendido. Muitas vezes, a mídia e os pseudo-jornalistas tentando tirar uma fatia daquilo que eles não conhecem.

Às vezes, pessoas que não entendem nada de showbiz querem dar pitacos. E os fãs, principalmente, também ficam todos perdidos, pensando: ‘O que será que está acontecendo aqui?’.

Bom, quero dizer a vocês que nós, dentro da estrutura do Angra, temos alguns anos de experiência e conhecimento sobre o que fazemos. E, por incrível que pareça para vocês que às vezes criticam, nós temos objetivos a seguir. E, neste fim de semana, mostramos uma parte desses objetivos.

No Bangers Open Air, foi mostrada uma parte muito importante desse objetivo, que era justamente reunir os três vocalistas — já que Andre Matos não poderia estar presente — e, com isso, agradecer ao legado do Angra.

Bem, a segunda parte, realizada no Espaço Unimed, foi justamente para concretizar algo que os fãs estavam pedindo há muito tempo: ter essa formação da segunda fase, também muito importante, do Angra, com Edu Falaschi junto de Aquiles Priester e do restante da estrutura do Angra: Kiko Loureiro, Rafael Bittencourt e Felipe Andreoli.

Desde o princípio, eu tive muita certeza de que não poderia deixar de lado aqueles que nos ajudaram a construir toda essa estrada durante os 13 anos em que estou como manager da banda.

E agora vocês querem saber, então, para aqueles que perguntam: o que acontece com Luis Mariutti e Ricardo Confessori?

Luis Mariutti e Ricardo Confessori nós também queremos dentro do nosso guarda-chuva, dentro do que é o Angra. O que acontece é que Andre Matos não está mais presente. Então, no pouco tempo de show que nós tínhamos, precisávamos colocar as pessoas que fazem parte desse legado, desse segundo legado.

Mas Luis Mariutti e Ricardo são parte da família. Quero lembrar que eu fui empresário do Shaman, e tenho um apreço, um carinho e um amor muito especiais por essas pessoas, assim como o Rafael, o Kiko e o Felipe, que fazem parte do nosso management e nos ajudam a construir tudo isso.

Então, todos os caminhos que nós vamos percorrendo têm um porquê. A saída do Fabio Lione tem um porquê, e nós não precisamos expor isso na mídia nem colocar coisas que não são necessárias. Simplesmente temos que valorizar o legado de cada uma dessas pessoas e amá-las.

O Fabio é uma pessoa muito amada e terá sempre as portas abertas dentro do Angra, ao menos enquanto eu continuar sendo o manager da banda.

Então, espero que todos vocês tenham, de alguma maneira, curtido e desfrutado de tudo o que nós oferecemos nesses palcos, nesses dias. Os caras trabalharam muito, podem ter certeza. Teremos mais surpresas.

O Angra é maior do que pessoas isoladas. O Angra é uma história. É uma história brasileira, é uma história latino-americana, da qual todos nós temos que nos sentir orgulhosos.

Mesmo eu não sendo brasileiro de nascimento, eu me sinto tão brasileiro no coração e tão orgulhoso de ser empresário de uma banda latino-americana, brasileira, que triunfa no mundo.

Vocês verão vários capítulos diferentes no decorrer dos próximos meses e, possivelmente, anos. E todos eles, principalmente, serão para chegar ao coração de muitos fãs — não apenas de uma parcela de fãs, mas de todos os fãs que temos no mundo, todos os fãs que conhecem os vários legados que existiram.

Obrigado a todos os que apoiaram, a todos os que tiveram confiança. E, aos que não fizeram isso e quiseram apenas tirar uma casquinha, bom, espero que agora vocês também agradeçam por um pedacinho do que nós construímos para vocês.

E que, quem sabe, a cabeça ajude a mudar isso de alguma maneira, para que vocês caminhem junto com a gente rumo ao que nós queremos. Afinal de contas, não é a minha vitória, nem a vitória do Felipe, nem a do Rafael, nem a do Kiko. É a vitória do Angra: uma banda latino-americana, uma banda brasileira, em um mundo tão difícil como o que vivemos.

Obrigado.”

Com a declaração, Paulo Baron busca colocar fim às especulações e reforçar que o Angra vive um momento de celebração de sua própria história. A mensagem também sinaliza que novos capítulos devem ser anunciados nos próximos meses, mantendo o foco na valorização dos diferentes períodos da banda e na conexão com fãs de todas as fases.

Mais informações no Instagram da Top Link Music: @toplinkmusic

Noticias

Postado em 17/04/2026 @ 11:23 am

O guitarrista Andreas Kisser revelou um dos fatos mais surpreendentes da fase final do Sepultura: a gravação de um trabalho inédito em meio à turnê de despedida. Durante entrevista ao programa Assino Embaixo, Kisser contou que a banda registrou quatro faixas novas, reunidas no EP The Cloud of Unknowing, em um processo livre, espontâneo e sem as amarras tradicionais da indústria fonográfica. Segundo ele, o projeto nasceu de uma combinação rara entre liberdade criativa, sintonia interna e vontade de experimentar.

Assista trecho da entrevista: https://www.instagram.com/p/DXOvKl2k1TV/

Andreas explicou que o novo trabalho surgiu após a participação do grupo no cruzeiro 70,000 Tons of Metal. Aproveitando a passagem por Miami, os músicos entraram em estúdio e desenvolveram o material praticamente a partir de jams, sem um conceito fechado, cronograma rígido ou interferência externa. “Nós entramos no estúdio e foi 100% uma jam entre os músicos”, afirmou. Ele também ressaltou que a banda não tinha nem título definitivo para o material quando começou a gravação: “Não tinha nome do disco, não tinha nome pras músicas, não tinha data de lançamento”.

Ao comentar esse processo, Andreas reforçou que a liberdade foi essencial para o resultado. “Nós mesmos financiamos alguma coisa e isso foi uma liberdade geral”, disse. Segundo o guitarrista, o ambiente no estúdio favoreceu uma criação orgânica, marcada pelo encontro entre os músicos e por uma dinâmica aberta a diferentes influências. “O encontro musical já é muito legal, muito interessante. Tem vários ritmos, o clima da conversa está maravilhoso”, resumiu, ao destacar o caráter espontâneo da gravação.

O guitarrista destacou ainda que a chegada do baterista Greyson Nekrutman teve papel decisivo nessa retomada criativa. De acordo com Andreas, o músico trouxe uma abordagem diferente, com forte influência do jazz e grande interesse pela música brasileira, o que acabou renovando a dinâmica interna do Sepultura. “A gente teve uma química tão foda com o Grayson que fez todo sentido”, declarou. Para Kisser, a presença do novo integrante ajudou a abrir caminhos inéditos para os arranjos e para a própria identidade sonora da banda nesse encerramento de trajetória.

Andreas também indicou que essa nova química não ficou restrita à execução técnica, mas influenciou diretamente a concepção musical do EP. Ao descrever Greyson como “um músico fenomenal, uma expressão fenomenal”, o guitarrista apontou que o entrosamento atual da banda criou uma ideia diferente para o Sepultura, ampliando possibilidades justamente em um momento que poderia ser apenas de retrospectiva. Em vez disso, a turnê de despedida acabou abrindo espaço para criação, risco e renovação.

Além do aspecto musical, Andreas associou o título The Cloud of Unknowing a uma reflexão contemporânea sobre tecnologia, espiritualidade e experiência real. Segundo ele, o nome faz referência a um movimento cristão medieval e dialoga com o momento atual, em que as pessoas muitas vezes confundem representação com vivência. Na visão do guitarrista, o novo trabalho propõe justamente um olhar mais direto e humano sobre a realidade, sem mediações artificiais.

Mesmo em clima de despedida, Andreas mostrou entusiasmo ao falar sobre o lançamento. Para ele, o EP representa não apenas mais um registro da história do Sepultura, mas também uma prova de que a banda permanece inquieta, relevante e artisticamente viva até seus últimos passos. “Pra mim, como músico, é o que eu mais amo, é um desafio”, afirmou. Kisser ainda resumiu o espírito do projeto com uma frase que sintetiza essa fase final: “Quando você consegue ter esse privilégio de exercer a arte por si própria, nós pegamos essa chance e fizemos”.

Mais informações no Instagram da Top Link Music: @toplinkmusic

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Postado em 10/04/2026 @ 10:39 am

Filha do cantor, Ava, tem diagnóstico de TEA (Transtorno do Espectro Autista), e a canção reforça uma mensagem de empatia, inclusão e acolhimento às famílias neurodivergentes.

Russell Allen, vocalista do Symphony X, apresenta ao público o single “Love Her Like I Do (Ava’s Song)”, uma faixa marcada por forte carga emocional e por um propósito que vai além da música. A canção foi escrita em homenagem à sua filha, Ava, diagnosticada com TEA (Transtorno do Espectro Autista), e chega como um gesto de amor, visibilidade e conscientização.

Ouça e compartilhe: https://onerpm.link/LoveHerLikeIDo

Russell Allen explica: “Esta música é dedicada à minha filha Ava e a todos aqueles que convivem com o autismo, assim como às suas famílias. Espero que ela ajude as pessoas a entenderem o que essas crianças enfrentam e abra seus corações para serem mais compreensivas e inclusivas. Por favor, clique no link e compartilhe a música, isso ajuda a ampliar a conscientização. Obrigado.”

Lançado como parte das ações simbólicas do Abril Azul — mês dedicado à conscientização sobre o autismo — o projeto transforma uma vivência pessoal em uma mensagem de alcance coletivo. Ao dar voz à própria experiência como pai, Russell Allen busca ampliar a compreensão do público sobre os desafios, sensibilidades e necessidades de crianças autistas e de suas famílias, que muitas vezes lidam diariamente com rotinas de cuidado, adaptação e luta por inclusão.

“Love Her Like I Do (Ava’s Song)” se apresenta como uma obra de sensibilização e afeto. A proposta do artista é tocar o público não apenas pela emoção, mas também pela reflexão, incentivando um olhar mais humano e respeitoso para a comunidade autista. A música convida o ouvinte a abrir o coração para compreender melhor o que essas crianças enfrentam em seu cotidiano e a importância de construir ambientes mais empáticos, acessíveis e acolhedores.

Com esse lançamento, Russell Allen reafirma a música como ferramenta de conexão e transformação social. Ao compartilhar sua história por meio da arte, o cantor soma sua voz a uma causa essencial: a defesa da inclusão, da escuta e do respeito às diferenças. Ele também faz um apelo para que o público ouça e compartilhe a faixa, ajudando a ampliar a conscientização sobre o autismo e a levar essa mensagem ainda mais longe.

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